Manaus, 15 de abril de 2021
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Joe Biden toma posse como 46º presidente dos Estados Unidos

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O democrata Joe Biden, 78 anos, tomou posse nesta quarta-feira (20) como 46º presidente dos Estados Unidos da América.

Eleito com uma votação recorde em novembro passado – 81,268 milhões de americanos escolheram seu nome nas urnas -, Biden é o chefe de Estado mais velho na história do país e chega à Casa Branca com a promessa de romper com as políticas de Donald Trump.

“Eu juro solenemente que vou executar fielmente as funções de presidente dos Estados Unidos e farei meu melhor para preservar, proteger e defender a Constituição dos Estados Unidos. Que Deus me ajude”, disse o novo presidente em seu juramento.

A cerimônia contou com as presenças de três ex-mandatários e suas esposas (Bill e Hillary Clinton, George e Laura Bush e Barack e Michelle Obama), apresentações de Lady Gaga e Jennifer Lopez e uma ausência marcante: Donald Trump.

Ainda sem aceitar o resultado das urnas, o republicano deixou a Casa Branca pela manhã e chegou em seu resort em Mar-a-Lago, na Flórida, enquanto começava a cerimônia de posse. O governo Trump foi representado pelo vice Mike Pence, que deu lugar a Kamala Harris, primeira mulher a exercer o cargo.

Discurso

Em discurso de cerca de 20 minutos, Biden afirmou que sua posse não marca o “triunfo de um candidato, mas sim de uma causa, da causa da democracia”.

“Aprendemos que a democracia é preciosa, que a democracia é frágil, e a democracia prevaleceu mais uma vez”, disse o presidente, ressaltando que trata-se de um dia de “esperança”.

“Os Estados Unidos são uma grande nação, somos boas pessoas, chegamos muito longe e podemos ir mais longe ainda. Temos muito para consertar, construir, curar e ganhar”, declarou.

Citando os perigos da supremacia branca e do terrorismo interno, bases da invasão do Congresso por apoiadores de Trump em 6 de janeiro, Biden prometeu colocar “sua alma inteira” na tarefa de unir o país contra a “raiva, o ressentimento, o extremismo, a violência, doenças e o desemprego”.

“Com união, podemos fazer grandes coisas, podemos colocar pessoas em bons empregos, colocar nossos filhos em boas escolas, podemos superar esse vírus mortal e fazer a América ser de novo uma força pelo bem no mundo”, ressaltou.

O presidente lembrou que as forças que dividem o país são “profundas” e que a batalha contra a desunião é “perene”. “Mas podemos nos tratar com dignidade e respeito, podemos juntar forças, parar de gritar e diminuir a temperatura. Esse é o nosso momento histórico, e a união é o caminho”, disse.

Segundo Biden, é o momento de “ouvir o outro” e aceitar a ideia de que “cada discordância não precisa causar uma guerra”. “A América precisa ser melhor que isso”, acrescentou o presidente, reafirmando que será o “presidente de todos os americanos”.

O mandatário ainda mandou um recado para a comunidade internacional e prometeu reparar as alianças fragilizadas durante os quatro anos de Trump na Casa Branca, mas sem nunca mencionar seu antecessor nominalmente.

“Não vamos liderar pelo exemplo do nosso poder, mas sim pelo poder do nosso exemplo”, disse Biden, antes de pedir uma oração silenciosa pelos 400 mil mortos na pandemia do novo coronavírus nos EUA. Devido à crise sanitária, a cerimônia de posse não teve presença de público.

Primeiras ações

Ainda nesta quarta-feira, Biden vai assinar ordens executivas e memorandos para romper com a herança deixada pelo governo Trump.

Nas primeiras horas de sua gestão, o democrata vai devolver os EUA ao Acordo de Paris sobre o clima e à Organização Mundial da Saúde (OMS), determinar uso obrigatório de máscaras em propriedades federais e estender a suspensão de despejos e execuções hipotecárias em âmbito nacional.

Além disso, Biden vai revogar a declaração de emergência usada por Trump para viabilizar a construção do muro na fronteira com o México, derrubar o veto à entrada de imigrantes provenientes de alguns países muçulmanos e prorrogar a suspensão do pagamento de prestações de empréstimos estudantis.

Trajetória

Nascido em Scranton, Pensilvânia, em 20 de novembro de 1942, Joseph Robinette Biden Jr. é advogado de carreira e construiu sua trajetória política no pequeno estado de Delaware, por onde foi senador entre 1973 e 2009, quando tomou posse como vice-presidente de Barack Obama.

Tido como boa praça e conciliador, Biden é um moderado dentro do Partido Democrata, mas terá de lidar com uma crescente ala progressista que pressiona por pautas como taxação de grandes fortunas, saúde pública gratuita para todos e o “New Deal Verde”.

A do ano passado foi a terceira campanha presidencial de Biden: em 1987, ele abandonou a disputa ainda antes do início das primárias democratas após ser acusado de plagiar um discurso; já em 2008, desistiu da candidatura após a prévia de Iowa, vencida por Obama, de quem ele seria vice em dois mandatos.

Em 2020, chegou a ser ameaçado pelo senador progressista Bernie Sanders, mas conseguiu unir o campo moderado em torno de seu nome e obter a indicação do partido com ampla vantagem.

Ao menos nos primeiros dois anos de seu mandato, Biden poderá contar com a maioria na Câmara e no Senado para aprovar seus projetos.

Vida pessoal

O presidente também tem uma vida pessoal marcada por tragédias. Em 1972, sua primeira esposa, Neilia Hunter, então com 30 anos, e sua filha Naomi, de um ano, morreram em um acidente de carro.

Já em 2015, seu filho mais velho, Beau Biden faleceu de câncer no cérebro aos 46 anos de idade. O democrata ainda é pai de Hunter, 50, fruto de seu primeiro casamento, e de Ashley, 39, filha única de seu matrimônio com Jill Biden, com quem é casado desde 1977.

Hunter, aliás, foi motivo de dor de cabeça para o presidente durante a campanha. O democrata foi acusado por Trump de pressionar pela demissão de um procurador-geral ucraniano que investigava a empresa de gás Burisma, que tinha Hunter como conselheiro.

O republicano chegou a insinuar que daria ajuda militar à Ucrânia se os Biden fossem investigados, o que acabou motivando a abertura de um fracassado processo de impeachment no Congresso americano. (ANSA).

*Ansa

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