Disney remove ‘representações pejorativas’ de povos nativos de parques

A atração Jungle Cruise na Disneyland da Califórnia M2 Photography/Alamy
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Disney anunciou que irá reformular a clássica atração Jungle Cruise de seus parques temáticos para remover “representações pejorativas de povos nativos”, segundo comunicado publicado pelo jornal USA Today. Inaugurada em 1955, a aventura simula um passeio de barco por rios da Ásia, África e América do Sul, e, em um determinado momento, encena um encontro de personagens que caçam cabeças e são referidos como “selvagens” a partir de uma linguagem dessensibilizada. “Estamos entusiasmados em compartilhar que a história do Jungle Cruise será reconstruída nos parques da Disneyland, na Califórnia, e no Magic Kingdom Park, na Flórida, para incluir novas aventuras que permaneçam fiéis à experiência que conhecemos e amamos, e que também reflitam e valorizem a diversidade do mundo ao nosso redor”, escreveu uma postagem no blog oficial Disney Parks. As mudanças incluem um novo personagem animado do capitão que conduz o passeio, além de melhorias no enredo e representações culturais. A atração foi uma das últimas supervisionadas por Walt Disney em pessoa e leva o mesmo nome de um filme estrelado por Dwayne Johnson e Emily Blunt, que deve ser lançado no final deste ano.

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A decisão faz parte de um movimento de revisionismo histórico por parte da empresa, que busca alinhar seus produtos culturais aos novos tempos. Para além do Jungle Cruise, a atração Splash Mountain, inspirada no agora repudiado A Canção do Sul, de 1946, está sendo remodelada desde junho de 2020 para representar a animação A Princesa e o Sapo, de 2009, cuja protagonista é a primeira princesa negra do estúdio. Na plataforma de streaming Disney+, um aviso de alerta para conteúdos racistas aparece em filmes clássicos como Dumbo e Peter Pan. O anúncio aparece por poucos segundos e diz: “Este programa inclui representações negativas e/ou maus tratos de pessoas ou culturas. Estes estereótipos eram incorretos na época e continuam sendo incorretos hoje em dia. Em vez de remover esses conteúdos, queremos reconhecer o impacto nocivo que eles tiveram, aprender com a situação, e despertar conversas para promover um futuro mais inclusivo juntos”.

VEJA.com

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