Manaus, 7 de julho de 2020
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Estudo do Atlas da Ufam compara estágio da pandemia em seis capitais da Amazônia.Manaus e Belém já estariam saindo da fase crítica

A comparação entre as seis capitais da bacia amazônica brasileira revela as diferenças no estágios de progressão da pandemia de COVID-19 entre elas. Manaus e Belém estariam mais próximas de avançarem para a fase final da pandemia.
As duas maiores capitais da região Amazônica foram epicentros da pandemia no norte do país
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O Grupo ODS Atlas Amazonas projeto dos pesquisadores  da Universidade Federal do Amazonas Henrique Pereira, Danilo Egle , Bruno Lorenzi e  Ademar Vasconcelos divulgou nesta segunda-feira resultados mais amplos da análise do isolamento e da fase em que cada capital da Amazônia está na atual pandemia de coronavírus.  O estudo que desta vez analisou as informações de Belém, Macapá, Boa Vista, Rio Branco e Porto Velho, além de Manaus, concluiu que a capital paraense poderá alcançar a mais alta taxa de mortalidade do grupo as 6 capitais.

Manaus e Belém terem tido maiores índices de isolamento, por mais tempo e antes das demais cidades estariam mais próximas de avançarem para a fase final da pandemia. Por outro lado, as outras capitais ainda devem enfrentar um ou dois meses de agravamento do número de casos e óbitos.

Nesta segunda-feira, em entrevista a jornalista Marcela Rosa, o coordenador do projeto Professor Henrique Pereira mostrou que Manaus e Belém são as capitais em fases mais avançadas da pandemia, considerando-se o padrão de crescimento da curva de óbitos.

As curvas de óbitos de Manaus e Belém apontam para um quase “plator” ou seja uma estabilização que seria antes da queda e fim da pandemia nestes locais. Apesar de estarem em fases semelhantes, Belém já apresenta um maior número de óbitos que Manaus (dados de 12 de junho) tendo ambas apresentado números bem superiores aos das demais capitais. Nota-se ainda, a menor inclinação da curva dessas capitais, indicando a baixa velocidade de óbitos registrada nos últimos dias nessas duas maiores metrópoles regionais. Se o modelo logístico estiver corretamente ajustado para a curva de cada um dos municípios examinados, as projeções feitas até o marco de 97% dos óbitos previstos indicam que Boa Vista, Macapá, Rio Branco e Porto Velho serão as últimas capitais localizadas na bacia amazônica a controlarem a pandemia, nessa ordem.

As razões para isso podem estar ligadas a vários fatores. Um deles pode ser a diferença na data de início da transmissão comunitária nessas capitais. A aceleração da transmissão começou primeiro em Manaus; 4 dias após, em Belém e Rio Branco, depois em Macapá após 6 dias e, finalmente, em Porto Velho, em 8 dias após o início em Manaus.

“As medidas tomadas por cada poder público destas capitais foram fundamentais para determinar em que fase esta cada cidade” disse o professor Pereira, “ no entanto tudo depende também da resposta e do atendi mento da população a essas medidas que foram de isolamento social ou até mesmo de lockdown como foi o caso de Belém”.

Com base nos números do isolamento social, fornecidos pela empresa InLoco, foi possível contatar que houve  sim isolamento social em Manaus e Belém. E esse isolamento foi fundamental para que estas cidades começassem a ter um  número menor de casos de mortes nas ultimas semanas de acordo com o Estudo do Atlas da Ufam.  Por outro lado , Boa Vista e Macapá enfrentarão mais um mês de crescimento da curva de óbitos, Rio Branco um mês e meio s e Porto Velho pelo menos mais dois meses. A Capital de Rondônia  é a única capital da região que já teve que reverter suas medidas de reabertura das atividades não essenciais.

O Estudo observou ainda que em nenhuma das capitais, até a data avaliada, os níveis de isolamento social haviam baixado ao ponto de retornarem aos níveis observados antes dos registros dos primeiros casos ou antes das medidas de isolamento social terem entrado em vigor.

Confira o Boletim 11 do ATlas ODS Amazonas:

https://drive.google.com/file/d/1z1c2ysmYwBPFzaSesRhryMxDQQNY5njh/view

*Redação

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