Fiscalização apreende 48 toras de madeira ilegal depois de denúncias e ameaças ambientais

FOTO: Divulgação/Sema
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A gestão da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Piagaçu-Purus, com apoio do 2° Grupamento de Polícia Militar (GPM) do município de Beruri (distante 173 quilômetros de Manaus), realizou monitoramento de denúncias de pressões e ameaças ambientais nas comunidades da Unidade de Conservação (UC). A fiscalização ocorreu no período de 21 a 24 de setembro, e resultou, entre outras ações, na apreensão de 48 toras de madeira.

As madeiras de origem ilegal foram encontradas abandonadas em duas jangadas, próximo à comunidade Linda Conceição. Walben Ferreira, assessor técnico da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), responsável pela gestão da área, explica que a madeira pode ter sido abandonada quando os infratores foram informados sobre a ida da polícia.

Outra possibilidade é que as madeiras estivessem nas jangadas apenas aguardando serem rebocadas para o município de Manacapuru (a 68 quilômetros de Manaus), onde seriam vendidas para as movelarias daquela cidade, segundo relatado por alguns comunitários.

O material apreendido foi doado para a comunidade do Arumã, onde a madeira será utilizada para reforma da escola e, também, para a reconstrução da base dos manejadores.

A extração de madeiras em RDS só é regularizada por meio de planos de manejo, conforme prevê o Plano de Gestão da área protegida.

Ameaças

O objetivo da expedição foi atender denúncias de comunitários que estão sentindo-se prejudicados pela ação irregular de pescadores, caçadores que têm como hobby matar patos selvagens, madeireiros que estão extraindo diversas espécies de árvores e outros ilícitos ambientais.

Além da captura de toras, foram abordadas quatro embarcações, sendo uma delas um iate de luxo, que estava realizando a atividade de pesca esportiva dentro da RDS, no lago do Ayapuá.

“A aproximação que fizemos junto às embarcações foi no intuito de sensibilizá-los e deixá-los conscientes que ali é uma área protegida por lei e que é diferenciada, tendo um plano de gestão e que suas regras foram estabelecidas pelos moradores”, explicou Walben Ferreira.

“O respeito pelas comunidades deve existir, pois elas são as proprietárias daquela região”, acrescentou.

As equipes também retiraram das águas do Rio Purus cinco capa-sacos, rede de arrasto usada para captura de tartarugas e outras espécies de quelônios. As cabeceiras dos rios são as áreas que mais sofrem pressão de extração de ovos na época seca, entre os meses de agosto a outubro.

Ao todo, nove comunidades foram visitadas e orientadas sobre crimes ambientais e metodologias de proteção da natureza. Na Piagaçu-Purus, estima-se que vivem 5,5 mil pessoas, distribuídas em 67 comunidades.

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